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sexta-feira, 18 de junho de 2010

uma possível (e desejável) aproximação...

Cibernética de Segunda Ordem + Lucien Kroll

It's a matter of drawing up theories and explanations, ideologies and dogmas as images, and that means, not being procedural, one-dimensional, linear, but rather wanting to grasp things as structure, multidimensional, pictorial; not being history-minded about scenes, but rather reflecting about processes in a phenomenological manner; not seeing a method in history, to see how scenes could be changed, but rather seeing how a process can be changed, from the outside, from below, from above, which is to say from an extrahistorical perspective. Fundamentally, it's an attempt to codify the world in such a manner that it can be described cybernetically in all of this inexplicable complexity and is thus given meaning.

FLUSSER, 2002, p. 12

 
Lucien Kroll: olhares poéticos e cibernéticos sobre processos e comunidades.

Nada melhor do que apropriar-se de uma reflexão de Flusser para iniciar uma investigação
tendo como pressuposto o conceito de Black-Box... Dúvidas, questionamentos...e muitas incertezas! Muita imprecisão do que se pode encontrar... ( E não seria essa a grande "delícia" em pesquisa...?)
 
A frase consegue abarcar em si principais idéias trabalhadas entre o olhar poético de Lucien Kroll sobre as comunidades, e a Cibernética enquanto instrumento regulador, mais especificamente conceitos trabalhados pelo ciberneticista Gordon Pask, que destaca sua relevância para a arquitetura.

domingo, 23 de maio de 2010

[black box] what is yours?

Seria possível uma apropriação sólida entre o conceito de "caixa preta"e a apropriação desse
símbolo por Mondrian, Malevich... como parte do trajeto artístico, como referência de si mesmo?


Kazimir Malevich - Rússia - Suprematismo 1914/15-
"Quadrado Preto sobre fundo Branco"

Penso em talvez como se aplica esse conceito na relação arquiteto-sujeito de projeto.
E a palavra "sujeito"usada muito conscientemente na sua condição filosófica, enquanto
elaboração distante.
Encontro em Lucien Kroll, e em todo o escopo da Internacional Situacionista, uma inquietante
angustia reacionária em relação à imposta estanqueidade Modernista, a padronização (leia-se
aqui no sentido de homogeneizar um todo na realidade heterogêneo), e o distanciamento com
que tratavam seus projetos e as comunidades as quais era destinadas.
Um tratado de normas, considerações (...)