quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Uma filosofia burra...

"Fala o desiludido. - Eu buscava grandes homens, e sempre achei apenas os macacos de seu ideal."

Friedrich Nietzsche

A busca pela compreensão do "símbolo" humano traz-nos inquietações, dúvidas. E um profundo questionamento a respeito do ser "homem", sim, o homem contemporâneo, o estereótipo que apresenta-se no ápice de uma definição.

Sofistas ingênuos:

"O homem é a medida de todas as coisas", teve Protágoras a infelicidade da autoria dessa afirmação cerca de 480 a.C. Um sofista e aspirante filósofo (rs..ironias a parte) O ponto é, a que tipo de homem ele imaginava se referir? O "ser" precipitado, hipócrita e moralista "homem" não pode ser a medida nem de si mesmo, não conhece suas propriedades mínimas.

O Problema de Sócrates:

Lamentável é a precipitação em pôr em juízo o valor da vida, e infeliz de quem o faz. "Viver - significa há muito estar doente: devo um galo a Asclépio, o salvador" - Sócrates, 470 a.C. Os grandes sábios da Antiguidades mostram-se nada além de tipos de decadência.

Tais juízos apresentam-se como sintomas, nada além, sintomas de decadência e bobagem. Um vivente, jamais pode lhe estimar valor, ele é parte interessada.

A busca Übermensch:

Diante de poucos exemplos de afirmações equivocadas, o homem definha-se como ser pensante, racional. E, "emporcalha-se" na moral criada por ele próprio.

Busca-se então "die Übermensch".

P.S.: Fique aqui esclarecida, a intenção de não definir imediatamente o conceito "Übermensch". Mas antes, sejam dados textos de suporte para seu entendimento.


2 comentários:

Anônimo disse...

A Pri como sempre: surpreendendo!

um dia vou entender seu TFG! rs... bjãoooo na barriga!

=]

euFALOdeCULTURA disse...

Perescilla, linquei seu blogue, então, linque meu blogue! hehe!
http://vila-mutirao.blogspot.com
joaopaulo