terça-feira, 13 de outubro de 2009
entre nietzsche, palladio e mies...
domingo, 16 de agosto de 2009
depois de 5 anos...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
o que a arquitetura me permitiu...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Terapia Forçada de Graduandos >>>TFG
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O lugar de uma utopia...existe?
>>> a primeira "pré-banca" a gente nunca esquece...

quarta-feira, 9 de julho de 2008
O limite entre as máscaras, interpretação e insanidade...

Ai de mim! O que escrevi na mesa e na parede,
Com meu coração de louco, com minha mão de louco,
Devia decorar para mim mesa e parede?...
Mas vocês dizem: “As mãos de louco rabiscam,
É preciso limpar a mesa e a parede
Até que o último traço tenha desaparecido!”
Permitam! Vou dar-lhes uma pequena mão –
Aprendi a utilizar a esponja e a vassoura,
Como crítico e como homem de trabalho.
Mas quando o trabalho estiver findo,
Gostarei muito de vê-los, supersábios que vocês são,
Mesa e parede de sua sabedoria, sujas...
NIETZSCHE, a gaia ciência, p. 275
Intimidade _ um elogio ao ser e à solidão

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
>>>Hedonismo consumista
Peter Eisenmann apud ÁBALOS, 2001
objetos de desejo e realização...
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Heidegger e algumas questões ontológicas

Heidegger com um balde de água na porta da cabana.
O Habitar, para Heidegger, em seu pensamento existencial, não é visto insubstancialmente. E essa questão remete às perguntas primeiras, indagações sobre o ser e seu sentido, tratando-as como objeto primeiro da Filosofia. Para o filósofo, essa pergunta não pode ser entendida sem considerar o redor onde vive o sujeito existencial, tudo que lhe é familiar. A casa está como materialização de uma vida que se desenvolve através de um tempo existencial e não cronológico.
A casa do sujeito que se interroga sobre si mesmo é algo mais que um marco neutro, nela habita quem pensa sobre si mesmo e por sua vez esse pensamento habita a casa.
A habitação é um reflexo de nossos conflitos, um lugar do íntimo e do inóspito, um lugar de alienação que mostra ou esconde um despreendimento, uma capacidade para o pleno desenvolvimento do ser.